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Pelos
Caminhos da Fé
Afrânio B. de Souza |
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| Homo
sapiens - Homem sábio - Expressão usada
por Henri Bergson para indicar o homem, único animal
inteligente em face dos demais. Cientificamente, isso
pode ser verdadeiro, porém esse agraciado ser pensante,
distinguido pela autoconsciência, está ainda
muito distante da verdadeira Sabedoria, capaz de justificar
plenamente sua hegemonia no planeta. Há cerca de
500 anos antes da proposta evangélico-cristã,
já constatara Sidartha Gautama, o Buda, que o homem
militava em ilusão e dor, oferecendo a chamada
Senda Óctupla da libertação. Desde
aquela época, são reconhecidos caminhos
de suprema fé e autoconhecimento, com profundas
reflexões na estrutura do Ser, um esforço
para distinguir o in-permanente e perecível daquilo
que é verdadeiro, imortal e eterno, no ser humano
e no Universo.
Contudo,
essas propostas, como as do próprio Evangelho cristão,
estão acima das religiões que, no fundo,
tendem a constituírem-se meras adaptações
do pensamento de homens imperfeitos, que maculam os augustos
ensinamentos dos Instrutores Espirituais com seus próprios
e incompletos argumentos, geralmente subordinados a interesses
menores e egoísticos, conforme constata o escritor
Durval Pereira da França Filho, em certos momentos
do seu livro “Pelos Caminhos da Fé”.
Por isso, religião alguma escapará inerme
de paralelos comprometimentos, quando examinada por competente
crivo histórico. Melhor fariam elas se, em lugar
de apresentarem uma divindade, um Deus maculado pelas
inúmeras fragilidades emocionais e mentais humanas
dirigisse seus apelos e esforços para reconhecerem
o ser humano, indistintamente, como incontestável
fruto de uma Origem comum e, portanto, pertencente a uma
grandiosa fraternidade cósmico-universal. Fraternidade
essa filha de um Princípio Onipresente, Sem Limites
e Imutável, sobre o qual toda especulação
é impossível, e que transcende o poder da
concepção intelectual do homem, um ser fragilizado
e inacabado, incapaz de formular sublimes questões
ou respostas íntimas de superior alcance.
Evidentemente,
não poderia ser esta a proposta do historiador
que, fiel ao seu ofício, oferece um multifacetado
e condizente panorama, amparado por inquestionáveis
registros, realçando as apontadas e seculares discrepâncias,
também refletidas no microcosmo de sua moradia
e vizinhança. Contudo, cabe-nos uma profunda reflexão
sobre o esforço de todos esses pioneiros, na medida
em que realizaram o seu trabalho com um real, amoroso
e desprendido vigor, para a construção de
um ser humano melhor. Deles existem exemplos, em grande
diversidade, pelo mundo a fora, mostrando que o homem
é dotado de possibilidades criativas inesgotáveis,
quando dirige o seu foco de interesse para o bem comum.
Isso, certamente, independerá de religiões
oficiais ou institucionalizadas.
Mas
é possível que sem as estruturas organizacionais
de apoio, como as oferecidas pelas igrejas, esse labor
seria de difícil consecução.
Como já evidenciado no brilhante prefácio,
o trabalho, a pesquisa pormenorizada, as corretas e adequadas
conclusões do historiador, Durval, dignificam em
muito os seus escritos, e até nos convidam a um
chamamento interno, para que meditemos numa religiosidade
mais ampla, plena e irrestrita, a fim de melhor nos situarmos
em nosso próprio campo de humanas experiências,
a nossa casa, a nossa comunidade, a nossa querida cidade
de Canavieiras.
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Afrânio
B. de Souza é adepto da Teosofia - Salvador, Bahia.
O livro "Pelos Caminhos da Fé" pode ser
encontrado na Relojoaria Tissot (Av. Rio Branco), no Classe
Magazine (Av. Assis Gonçalves) e na banca de revistas
Ponto Cultural (Av. Otávio Mangabeira). |
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Ganhador
ou perdedor?
Fernando Volpí |
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Todo
ser humano pode ter tudo na vida. Suas primeiras experiências
e as oportunidades que lhe são dadas ou negadas
durante a sua formação podem transformar
esse "tudo" em "nada". O "nada"
é transformado em "tudo" a partir do
momento em que o indivíduo descobre: - Eu não
sou um perdedor; estou perdendo.
Qual
é a diferença entre "ser" e "estar"?
"Ser" branco, negro ou amarelo, alto ou baixo
é definitivo. "Estar" magro, gordo, bem
ou mal é provisório. Pode ser mudado. "Estar"
sendo um perdedor também pode ser mudado. Se você
"está" como perdedor pode "ser"
ganhador. Tudo depende de você aceitar a chance
de mudar, acreditar que pode mudar e lutar para isso.
Pense no caso.
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Sorte
ou azar?
Quando uma pessoa é bem sucedida dizem que ela
teve sorte. Quando não, dizem que teve azar. Mas
as coisas não acontecem por acontecer. Não
é por acaso que somos bem ou mal sucedidos. As
oportunidades estão sempre à disposição
de quem sabe agarrá-las. O infortúnio só
"agarra" quem não é capaz de perceber
e se defender. É tudo uma questão de perceber
ou não perceber.
Anos atrás, um príncipe árabe achou
que tinha muita sorte porque um inglês LOUCO ofereceu-lhe
um bom dinheiro em troca do direito de retirar do subsolo
do deserto um líquido preto, fedorento e pegajoso
"que não servia para nada". Só
mesmo um inglês podia fazer uma bobagem dessa. Ele,
o inglês, também achou que teve muita sorte
para conseguir tão barato uma concessão
para explorar petróleo.
Raciocinemos: quem teve sorte realmente? O árabe
desconhecia o valor e a utilidade do petróleo.
O inglês possuía um conhecimento técnico,
sabia o que e onde procurar. Um perdeu a oportunidade
porém não era capaz de percebê-la;
outro foi capaz disso. Não existem pessoas com
sorte ou azar. Há pessoa que sabem ou não
sabem perceber e aproveitar oportunidades.
Sua
vida é um quadro negro (uma lousa)
Quando uma pessoa inicia a sua vida profissional, essa
vida é como uma lousa em branco com giz e apagador.
Os ganhadores escrevem ali seus objetivos de vida, onde
vão trabalhar, quanto ganhar. Os perdedores esperam
que outros escrevam por eles. Trabalham onde e ganham
quanto outras pessoas determinam. Os que perceberem isso
poderão pegar o apagador, limpar o quadro e reescrever
sua vida. Muitas pessoas de cabelos brancos já
fizeram isso. Como EU, por exemplo.
Um
fracasso pode ser transformado em sucesso. Você
pode ser um ganhador. Você pode reescrever a sua
vida na lousa. Confie em sai, use seu potencial, escreva
naquela lousa e se agarre aos seus objetivos com o mais
firme propósito. Não sonhe, somente. Não
reze, apenas. Esforce-se, prepare-se, eduque-se, faça
acontecer. Porque - VOCÊ PODE.
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Mel
cristalizado é mel natural
Apicultura |
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Quando
a temperatura ambiente se mantém com certa constância
entre os 23º e 26ºC, o mel costuma cristalizar-se.
A cristalização do mel é um fenômeno
natural e não altera em absoluto as suas propriedades
nutricionais.
Há méis que se cristalizam rapidamente,
podendo cristalizar-se no próprio favo, e há
méis que demoram muito tempo para se cristalizar.
A cristalização começa lentamente,
de baixo para cima, com a sedimentação dos
cristais, e pode apresentar-se granulada ou fina, a depender
das flores que foram visitadas pelas abelhas.
Japoneses e chineses, por exemplo, têm o hábito
de consumir mel cristalizado. Como foi dito, o mel cristalizado
mantém todas as suas propriedades. Nós não
temos esse hábito e até costumamos admitir,
erradamente, que mel cristalizado é sinônimo
de mel adulterado.
Está provado que o mel é um produto natural
altamente benéfico para o nosso organismo e a nossa
saúde - cristalizado ou não. É uma
importante fonte de energia, além de possuir poderes
terapêuticos - é antiséptico e antibiótico,
além de conservante e adoçante natural.
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10/07/2010
(SÁB)
10ª Cavalgada do Boinha c/show de Netinho
do Forró |
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11/07/2010
(DOM)
Cortejo alegórico e lavagem das escadarias
da Matriz de S. Boaventura c/show da banda
Parangolé |
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13/07/2010
(TER)
Show da banda Lordão |
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14/07/2010
(QUA)
Feriado Municipal do padroeiro São
Boaventura |
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